março 30, 2008
o deus das moscas*
março 29, 2008
Portishead II


E mesmo que respirasse todos esses atributos, perderia algo em mim se revelasse a comoção, o desespero alegre... Existem de facto momentos que não se partilham, sentem-se.
Coliseu de Lisboa, 27.03.08
Surpresas do mp3
março 26, 2008
This is the soundtrack of my life
Foram tantas as vivências que colei ao som desta banda que já não encontro todas as razão pelas quais vou ao concerto.
Ainda não ouvi o terceiro álbum todo mas tal como os outros (a meu ver) custa um pouco a entranhar. Mas o difícil quando é compreendido, inunda-nos de luz... ainda que dolorosa por vezes. Mas agora tudo é diferente. Amanhã vai ser uma confirmação de fé, daquilo que acredito.
Third - [Machine Gun]
Amanhã quero (re)viver
If it's good to complicate then both of us are doing fine*
*ou Love isn't perfect, even diamonds start as coal.
a minha humanidade mantenho-a sempre que possível intacta*
março 23, 2008
março 22, 2008
O de sempre
Enfim, ando fascinada (para variar) com o Dolce Fare Niente em Lagos, ainda mais em época de férias, onde encontras o Zé, o Manel e a Chica que está em Erasmus, com as putas e o vinho verde. Só cá estou desde Quinta-feira, preciso da minha social life made in Lagos. E sabe tão bem ouvir os clichés genuínos: "Há tanto tempo que não te vejo"; "Andas desaparecida, o que é que tens feito?" e ainda aqueles "Adoro-te" "Tenho saudades tuas" dos amigos bêbados que se arrastam ao som da música manhosa que vai passando, e que te abraçam, mimam e pagam bebidas. :)
Ainda ontem fiz um auto-contrato: ia apenas ao café para dar fitas de curso ao meu pessoal e voltava rapidamente para o doce lar... Resumo: esqueci-me das fitas e cheguei a casa ás 6 da manhã e a mummy já estava acordada.
E a chatice é que, como estou em casa com a família nem tenho a desculpa das tarefas domésticas para não ter de ler artigos científicos. Epá, quero lavar a casa de banho!!!!
Este post, para ser sincera, nem nasce de uma grande necessidade de escrever ou comunicar alguma intenção, estou mais uma vez a evitar o inevitável trabalho do qual me vou esquivando, a minha, apesar de tudo, amada monografia...
A sério que a amo, é interessante e tudo o mais, mas isto de ler e escrever coisas obrigada com datas definidas nunca foi muito do meu agrado... Sempre achei que só nos devemos dedicar a quem amamos quando a isso estamos predispostos.
P.S. Falta menos de uma semana para Portishead... uahahahaha
março 21, 2008
Novo HIT
março 19, 2008
março 18, 2008
and your kisses at night are replaced with tears*
bat for lashes - what's a girl to do
*my heart grows colder with each day
março 16, 2008
a todos os anónimos deste blog
fiquei intrigado com os comentários que fizeste, ou fizeram porque continuo sem conseguir perceber se é a mesma pessoa ou não.
digamos que o primeiro comment deixou-me a pensar que poderia ser uma pessoa, o segundo alargou essa possibilidade para duas novas pessoas eliminando a primeira.
comentem sim, muitos comentários; mas identifiquem-se pf ,)
março 15, 2008
Sindicatos....
março 13, 2008
Brainstorming das aulas de Sociologia da Saúde
Mata" (...) Antigamente é que era bom, os homens fartavam-se de fumar, mas antes de terem doenças respiratórias ou cancro do pulmão (D.D.) morriam de uma doença infecto-contagiosa...Segundo o Eduardo Barroso a única doença com prognóstico mortal é... o Nascimento. É mais do que certo que depois de nascer o nosso futuro seja morrer, que eu saiba nunca ninguém se lembrou de colocar à porta da Maternidade: "Nascer Mata"...
Antigamente, quem acreditava piamente na ressurreição, à mínima dor de dentes suicidava-se... pra quê sofrer? Ia poder sempre começar de novo... É o chamado reset...
O mestre
março 12, 2008
living memories*
s. f.,
perda total ou parcial da memória.
* ou o desejo incontrolável de esquecer.
março 08, 2008
hagia sophia

o historiador - elizabeth kostova
Dia do Homem
março 04, 2008
Amor de quatro paredes
És tão linda na minha caixa. Desenhei-a para ti. Sólida. À média luz. Confortável. Com todo o meu a... mor.
Amo-te em toda a largura, comprimento e altura do meu coração, ainda que ao longo de todos os dias passados nunca o tenha dito.
Não tenho espaço para te amar fora dele. Só no seu interior te
sinto... Rio, grito, rememoro a tua voz, beijo-te com imensa ternura e sei que tudo é pouco para te amar.
Sei que as palavras o vento as levou, por isso nunca fui capaz de admiti-lo e dizê-lo, mas tu sabes... Só gosto de ti no meu mundo, no meu quarto, nas minhas quatro paredes, no meu âmago. Não quero ser capaz de (te) amar (n)o teu mundo, entre os teus, lá fora, ao sol que queima. Não sei o que é viver fora de mim. Se te dizes “minha”, assim permanece. Quero-te única e exclusivamente e não mulher vulgar quando estás fora da minha caixa, longe de mim...
Funde as tuas pernas no meu caminho, tenta em vão levar-me contigo ainda que saibas que não posso, que não quero. Gosto de ti cansada, sempre te posso deitar comigo quieta e sem manifestações.
Não queiras sair deste a...mor... não há fim anunciado para esta condição. Sempre ficaste presa a quem se une à tua solidão.
Estás a negar-me!!!!
apropósito da sua última crítica na única
março 03, 2008
Vou ser tia
A meu ver, este é um grau de parentesco extraordinariamente complexo: Qual é o papel de uma tia?
Ora, se eu fosse tio era mais fácil... seria o gajo das piadas, o exemplo a seguir porque o pai é quadrado e mentecapto. Seria o responsável pela entrada do puto nos meandros das meninas da noite, quem sabe até influenciaria as suas preferências políticas (ah é verdade, os jovens de hoje não se interessam por isso ou são de esquerda porque... é fixe e não condenam o aborto que a namorada vai fazer). Secalhar até faria o seu primeiro pipe (tinha era que aprender primeiro).
Ensinava-o a ser um Homem ás direitas, um verdadeiro português como tudo o que esse conceito antropológico inclui.
Mas eu não sou Homem, é-O ele (o puto) que segundo o obstetra já tem grande material (é suposto comentar esta expressão científico-obsoleta?).
Quanto às tias, na minha visão elas são chatas. Querem ser as segundas educadoras a par com as avós, verdadeiros antros de sapiência puericultural. São uma espécie de segunda voz do coro: Veste o casaco – diz a mãe. A tia repete logo de seguida mais baixinho: Veste o casaquinho.
A minha preocupação para já é que o meu menino entre neste mundo a berrar que nem um louco, que goste de mim (sentimento de pertença), que jogue ao berlinde e ao pião, que goste de ler, de fazer partidas e que tenha o cabelo do meu irmão.
Porém, o que me torna mais feliz nisto tudo é que com este bebé nem tão cedo vou ter filhos, signifique isto o que quer que seja.
março 02, 2008
índigo
Quando a Amy não era APENAS...
(amy winehouse mode)
Amy Winehouse - In My Bed






